Osterkamp

Mulheres e movimento

Quando falamos das restrições ao movimento desenvolvidas socialmente ao longo dos anos e da forma como isso nos afeta/adoece hoje em dia, devemos nos lembrar que se isso em um parâmetro geral já é bastante ruim, para um público específico isso foi muito pior.

As mulheres, por muitos anos foram proibidas de praticar determinadas modalidades esportivas e atualmente ainda sofrem com a coação social em determinar sua conduta.

Como por exemplo, Kathrine Switzer, que foi a primeira mulher maratonista, participando em 1967 na Maratona de Bostan, contra a própria organização que acreditava mulheres incapazes de correr. Celebrando as maratonistas salientamos nossa maratonista que demonstra esse desejo de correr mais e melhor, sempre.

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Apesar de resistir e se negar a permanecer com amarras há hábitos sutis que nos fazem mover de maneira diferente. Como quando andamos de salto alto, vestimos uma calça ou saia apertada, até mesmo um sutiã que tornem a aparência de nossos seios mais volumosos e ao ajuste na barriga para que pareça menor.

Hábitos restritivos, construídos socialmente que acabam ignorando a mutabilidade de nossos corpos e que quando estamos no processo de gestação, todos estes padrões se vão por água a baixo. A barriga cresce quase que de maneira independente, em um movimento contínuo de transformação e já não importa o quanto você seguiu as regras anteriormente, pois isso acontece de maneira equivalente à todas as que por decisão ou pela vida acabam se tornando casulo de uma nova vida.

Demonstrando essas gamas de capacidades distintas, podemos ter mulheres que nos mostram que a escolha de força ou arte, é inteiramente delas.

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Se nosso corpo tem essa capacidade enorme e admirável, por que limita-lo ao que a sociedade deseja? A liberdade de se ter a forma que quiser, e de construir, desconstruir e reconstruir seus corpos seja a regra, para que possamos nos manter vivos e em movimento.

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Sobre Nós

O corpo humano não se acostuma em ficar parado. Independentemente de sua limitação, nosso corpo é feito para se movimentar. Tornar isso possível é o trabalho da Osterkamp.

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